Suculentas pendentes: as principais espécies

Suculentas Pendentes

Entre os diversos tipos de suculentas, as pendentes chamam atenção. Desenvolvendo-se na vertical, seus ramos podem extravasar os vasos, indo de encontro ao chão.

São alternativas belíssimas para jardineiras, vasos e jardins suspensos. Mas há opções para todos os gostos.

Hoje, apresentaremos 5 espécies de suculentas pendentes. Tenho certeza que você irá se apaixonar por elas.

Vamos juntos?

Principais espécies de suculentas pendentes

Vejamos, a partir de agora, cinco dentre as principais espécies de suculentas pendentes. Bom passeio! E prepare-se para se apaixonar.

Colar de pérolas

Colar de Pérolas - suculentas pendentes

Como primeira dentre as suculentas pendentes de hoje, temos a senecio rowleyanus. Popularmente, esta planta é conhecida como colar de pérolas.

Entre outros de seus principais apelidos temos: planta rosário, ervilha da sorte e pérola verde. Trata-se de um planta vinda do sudoeste da África.

Seus apelidos vêm de sua forma curiosa: os braços desenvolvem-se em troncos finos. Deles, brotam tuberosas formas circulares, verdes e brilhantes.

Estes braços pendem do vaso, podendo atingir até 1m de comprimento.

As flores desenvolvem-se no corpo principal. E não nos braços, como é comum a cactáceas. Nele, brotam hastes finas e baixas, com as flores em seu topo.

O perfume de seus botões assemelha-se a canela. Quanto à coloração, varia entre o branco e o gradiente com púrpura. São extremamente belas e delicadas.

Ela gosta de ser cultivada em meia sombra pegando de 2 a 3 horas de sol preferencialmente o da manhã.

Ah essas bolinhas gostam de água! Claro, sem encharcar, devem ser regadas logo que o solo estiver seco.

Rabo-de-burro

Seguindo com as suculentas pendentes, temos a sedum morganianum. Recebe os apelidos de rabo-de-burro e, com menos frequência, dedinho-de-moça.

É uma das suculentas pendentes prediletas de cultivadores. Sua forma é bonita e robusta, chamando bastante atenção.

Dá-se por meio de braços com florais constantes. Os segmentos, similares a dentes de alho, espalham-se pelos braços pendentes. Juntos, criam uma sensação de cordas de flores.

A coloração é verde lima. As flores brotam no extremo dos braços, com coloração vinho ou vermelha.

Por possuir uma forma volumosa, a rabo-de-burro deve ser criada em vaso suspenso. Desse modo, pode se desenvolver em plenitude, assumindo sua mais bela forma.

Essa suculenta deve cultivada no sol para que ela desenvolva bem seus braços. Ela se reproduz facilmente por meio de brotos e pelas folhas.

As folhas são bem sensíveis e se soltam facilmente. Uma dica é sempre que soltar uma folhinha a coloque no de volta no vaso ela logo brotará sem frescuras.

Rhipsalis

Outras suculentas pendentes comuns são as rhipsalis. Este gênero apresenta uma boa variedade de suculentas pendentes, das quais veremos algumas.

A primeira a conhecermos é a rhipsalis baccifera. Estas suculentas pendentes são, também, conhecidas como cacto macarrão.

Seu local de origem é a América Central. Porém há ocorrências naturais, também, na América do Sul e, com menos frequência, na América do Norte.

Seu corpo cresce em finos e bifurcados caules verdes. Ao final deles, brotam suas rosas brancas e discretas.

Isso dá, à rhipsalis baccifera, aparência de espaguete. Daí vem seu nome popular.

Ainda, possuímos outras rhipsalis magníficas. Elas também são suculentas pendentes. E, analogamente, temos outras espécies de suculentas pendentes com forma similar.

Temos, assim, a rhipsalis de flores amarelas. Diz respeito a um cacto brasileiro, sem espinhos, de corpo segmentado. As flores são lindíssimas, e brotam do final dos segmentos.

Em paralelo, temos as primas quase gêmeas da rhipsalis de flores amarelas. São elas a rhipsalis gaertneri, conhecida como flor de outubro, e a schlumbergera truncata, ou flor de maio.

Ela deve ser cultivada a meia sombra com regando sempre que o solo estiver seco.

Falamos mais a respeito delas na matéria de suporte, apontada na introdução.

Coração emaranhado

Dando sequência às suculentas pendentes, temos a ceropegia woodii. Esta é outra das suculentas pendentes nativas da África. Mais especificamente, do Zimbábue.

A ceropedia woodii assemelha-se muito à jiboia, planta trepadeira. Todavia suas folhas são gordinhas, afinal falamos de uma suculenta.

O desenvolvimento vertical é belíssimo. As folhas desenvolvem-se de um tronco comum, são espaçadas e possuem coloração ímpar.

Quando desenvolve-se o suficiente, ganha a aparência de uma multidão de corações chovendo. Por isso, apelidamo-la de corações emaranhados.

Essa suculenta não se adapta bem ao sol pleno. Pode ser cultivado em meia sombra, com algumas horas de sol da manhã ou até mesmo um ambiente muito bem iluminado durante todo o dia.

Colar de Rubi

Suculentas pendentes

Por fim, temos as suculentas pendentes colar de rubi. Seu nome científico é othonna capensis. É uma planta natural da África do Sul.

Sua coloração é simplesmente de tirar o fôlego. A depender da incidência solar, pode possuir caule roxo e segmentos verdes.

Todavia, em situações de estresse, meio de colorir suculentas, ganham uniformidade da cor. Justamente por isso as conhecemos como um colar de rubi.

Falamos de uma planta de crescimento rápido, muito independente. Tolera bastante bem o sol pleno, sendo preferível para áreas com iluminação abundante.

Em Inglês, recebe o apelido de cucumber pickles, pela aparência dos segmentos. Pessoalmente, acho mais parecidos com pimentinhas verdes. Mas eles a chamam de pepinos de picles.  

Ela pode ser cultivada ao sol pleno ou meia sombra. No sol pleno ela tomara um tom mais avermelhado. Já na meia sombra suas folhas vão para o tom mais esverdeado.

E então? O que achou dessas suculentas pendentes? Lindíssimas, não é mesmo? E o melhor: cuidar de suculenta é fácil e prazeroso. Você não perde por esperar.

Desse modo, visite nossas outras matérias e aprenda tudo sobre esse universo. E, sempre que tiver dúvidas, basta dividi-las com a gente.

É um prazer imenso ter você por aqui. Volte sempre, amigo cultivador.

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